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12 de nov. de 2010

Glee 2X06 - "Never Been Kissed"


|O texto abaixo contém spoilers!|


Tenho que confessar que os últimos episódios de "Glee" estavam me deixando nervoso, principalmente nos momentos em que o Kurt aparecia em cena e fazia todo aquele drama por ser o único gay assumido do colégio, e por estar sempre mal-humorado ou à beira de um ataque de nervos ou de choro. Mas, uma coisa que não posso negar é que Chris Colfer faz um chato BEM convincente.
Depois de alguns episódios meio monótonos, ouso dizer, até mesmo chatos, somos contemplados com essa obra-prima. Que, para mim, foi o melhor episódio do seriado até agora.
O episódio começa com Finn dando uma dica para Sam de como não ficar tão excitado enquanto estiver dando uns amaços com a Quinn. Pensar em algo, literalmente, broxante. A primeira coisa que vem à cabeça de Sam é a treinadora Shannon Beiste vestindo apenas roupas íntimas. O conselho dá certo e começa a ser disseminado entre os casais onde um dos lados "não libera" com tanta facilidade.
Enquanto isso, os concorrentes do New Directions nas regionais desse ano são revelados, e um deles é o coral de uma escola só para garotos. Kurt que está passando por momentos difíceis, principalmente pelo fato de um dos valentões do time de futebol não parar de importuná-lo,e decide dar uma saída do colégio e espiar a concorrência.
Puck está de volta do reformatório, e para se manter longe do local terá que prestar serviços comunitários. O seu serviço comunitário é cuidar de Artie, porém as coisas começam a não dar muito certo depois que o valentão põe alguns planos em ação.
Kurt descobre o paraíso. Além de ser uma escola só de meninos, lá eles aceitam os gays (o que não acontece no McKinley), e conhece Blaine (este faz uma apresentação um pouco tensa de "Teenage Dream"), que, provavelmente, será seu par romântico. O garoto dá umas dicas para Kurt de como fazer para que os outros o aceitem com ele é, e enfrentar seus problemas sem deixar que eles te consumam. Então, acontece o inesperado!
Kurt volta pra sua escola e mais uma vez é importunado pelo valentão. Lembrando das palavras de Blaine, ele resolve confrontá-lo, e depois de o acuar e pressionar, o valentão acaba beijando Kurt, seu primeiro beijo.
Nesse meio tempo, a situação a qual a Beiste foi exposta começa a se complicar. Uma deturpação chega aos ouvidos de sua maior inimiga, Sue, e aos ouvidos da própria vítima. Beiste se sente humilhada e acaba pedindo demissão.
Após conversar com os meninos, Will vai até Beiste e tenta convencê-la de ficar. É então que a dura treinadora se abre e confessa que também nunca foi beijada. O bondoso Will lhe dá um beijo e convence a treinadora a voltar para o colégio.
Então, os garotos apresentam o último número da noite, um mash-up de "Stop! In the name of the Love" e "Free Your Mind", encerrando o episódio.
Foi o episódio mais ousado até agora, e com excelentes atuações de Chris Colfer e Dot Jones. Esta por sinal me conquistou desde o primeiro episódio, as melhores cenas são sempre as que ela está presente.
Quanto ao beijo, foi algo totalmente inesperado. Vi como se fosse um estupro, algo frio, forçado, sem amor e sem vida, fiquei com muita dó do Kurt. Falando em Kurt, parece que ele não ficará tão mal-humorado nos próximos episódios, agora que encontrou um alguém que sempre procurou. Só resta saber se ele vai trocar de escola para ficar mais próximo do Blaine, ou se vai arrastá-lo para o New Directions, ou se cada um vai ficar na sua mesmo.
Também torço para que a amizade de Puck e Artie não seja momentânea, eles formam uma dupla bem bacana e meio que se completam. Tomara que dure!
Os números musicais também foram ótimos. Destacando o mash-up das meninas, que misturaram "Livin on a Prayer" com  "Start me up", sem contar o figurino que ficou sensacional. O dos meninos também ficou bem legal, principalmente por ser uma homenagem à Beiste.
Foi um episódio simples, porém bem desenvolvido e muito bem atuado. Nada de episódio especial ou outra coisa do gênero e, mesmo assim, conseguiu ser o melhor da série até agora!

Nota: 10

E semana que vem.... teremos GWYNETH PALTROW!



11 de nov. de 2010

A mais nova comédia da FOX: Raising Hope


| Este é um resumão dos seis primeiros episódios. |

Este ano não está sendo um dos melhores para FOX. Com exceção de "Glee" e "Bones", as demais séries do canal estão numa situação não muito agradável. "House" que nas temporadas anteriores não tinha audiência inferior a 14 milhões, hoje, em sua sétima temporada, não consegue passar da casa dos 10. "Fringe" e "Lie to Me" estão em uma situação mais crítica ainda, beirando o cancelamento, com números variando entre 3 e 4 mi.
 Quanto as estreias do ano, três das quatro já foram enterradas, restando apenas a excelente "Raising Hope", que foi o primeiro programa novo do canal a garantir uma temporada completa.
Nela é contada a história de Jimmy Chance, 23 anos, mora com os pais em uma casinha na Carolina do Sul, trabalha com o pai, Burt, num "próspero" negócio de limpeza de piscinas, enquanto a sua mãe, Virginia, limpa a casa dos ricos da cidade. Para completar a família temos Maw Maw, avó  caduca de Virginia, que raramente apresenta alguns momentos de lucidez.
As coisas não melhoram nem um pouco quando, em uma certa noite, Jimmy sai para comprar um sorvete e acaba salvando uma moça, Lucy, que está fugindo de um homem que a persegue. Os dois, Jimmy e Lucy, acabam "passando a noite juntos". Tudo estaria perfeito se a tal moça não fosse uma assassina perseguida pela polícia, acusada de ter matado seus antigos ex-namorados.
Virginia dá uma cacetada na jovem e a entrega para polícia, contudo um outro problema ainda maior estaria por vir. Lucy, a tal assassina, depois da noite que passou com Jimmy, ficou grávida. Acabou tendo a filha na prisão e ficou seis meses com a menina, para amamentação, antes de ser executada.
Agora Jimmy tem mais um grande problema para  lidar: a criação de sua filha Princess Beyocé (que, graças a Deus, foi rebatizada Hope), o que, convenhamos, na situação em que o rapaz se encontra, será um desafio e tanto.
O primeiro obstáculo é a oposição feita pela mãe. Esta também ficou grávida precocemente e não quer que o filho passe pelos mesmos problemas que ela passou. Contudo, Jimmy insiste em criar sua filha e apesar de todos os pontos negativos que a criação de Hope apresenta, não tem intenção de abrir mão da menina. Para conseguir realizar tão árdua tarefa Jimmy precisará de todo o apoio da sua família, que, com certa relutância, concorda em ajudá-lo a cuidar da mais nova integrante da família Chance.
A última personagem fixa do elenco é Sabrina que é o alvo amoroso de Jimmy. A moça trabalha num supermercado local, e, logo no primeiro episódio, o protagonista se apaixona por ela. Só mais tarde é que iria descobrir que Sabrina já tem um namorado e este está seguindo o caminho do sucesso: cursa uma boa faculdade em Nova York, é bem apessoado e tem grana. Nesse caso, apenas a distância é que poderá ajudar o pobre Jimmy.
Nesses seis primeiros episódios a relação entre Hope e os outros integrantes da família vai se ampliando, o que não só abrange a dificuldade de ser um pai solteiro, e cuidar de uma criança, como também vários outros assuntos, um exemplo é a situação economicamente difícil em que vive a família Chance.
A série foi criada por Greg Garcia ("My Name is Earl") e apresenta o típico humor negro de seus programas, além de algumas situações absurdas, mas nem de tudo irracionais, como no episódio em que a Maw Maw resolve um certo "quebra-cabeça" acompanhando um ritmo musical (uma das cenas mais hilárias que já vi!).
Não é um show que fará você rolar de rir, mas deixará um sorriso estampado no seu rosto durante toda a sua exibição.
Das estreias desse ano, para mim, "Raising Hope" está entre as melhores, isso é, se não for a melhor.


Nota: 9,0



6 de nov. de 2010

Nikita 01x08 - The Phoenix

"Nikita is here"
[Spoilers abaixo]



Mais um bom episódio para a coleção de Nikita.

A história começa quando Tom, no que podemos chamar de "formatura", cumpre seu primeiro dever como agente e elimina um alvo da Division. Logo de cara percebemos sua aflição e preocupação, o que já coloca em dúvida sua confiança no departamento.

Enquanto achavamos que Anna era uma pobre e inocente grávida que morreu injustamente, Nikita é surpreendida por espiões russos que tentam matá-la e conseguem amarrá-la para um interrogatório. Os diálogos entre Nikita e Ari Tassarov, o chefe russo, são de extrema importância para série, deixando ganchos para os próximos espisódios e uma possível trama central que tem potencial para ser bem desenvolvida.

Depois de implantada uma substância química em Niki, podendo matá-la em 12 horas, Ari tenta chantageá-la para conseguir o que quer, um ataque contra um importante político americano. Alex entra em ação e como todos nós já sabiamos, Nikita sai sã, salva e de salto alto.

Mais uma vez vemos Michael um pouco complacente demais com a ex companheira de trabalho e eu mal posso esperar para o próximo episódio. Assistam a promo que entenderão do que estou falando.

A série está com boa desenvoltura, o episódio foi muito bom, mas devo ressaltar algumas coisas. A primeira delas é que logo ficará cansativo (se já não está) essa história de agente se envolver com civil. Ok, já entendemos que isso é proíbido no mundo da espionagem, não precisa repetir. Segundo, uma mulher que já deu conta de agentes da Division de uma só vez, ser vencida por dois agentes russos, é tenso, não? Aliás, como essa mulher põe um pé na rua sem nenhuma arma? Meio fail, mas vamos relevar. Última coisa, pra um grande departamento como a Division, não ter câmeras em cada metro quadrado é brincadeira, não? Enfim, vou parar de criticar, são pequenos detalhes que por enquanto, podemos deixar passar.

Agora é esperar os próximos episódios e ver como a história dos Russos e das tais caixas pretas vão se desenvolver.

Nota 8.0

4 de nov. de 2010

Nikita - 01 x 05 / 06 / 07

Chegamos ao sétimo episódio e eu faço minha estréia no Loukos. Preparem-se.
[ Spoilers abaixo. ]

Nikita é, sem dúvidas, uma das séries que mais me impressionou nesse fall season que tivemos. Principalmente por ser uma produção da CW, o que automaticamente nos remete a séries teens de qualidade duvidosa, a estréia não deixou a desejar e marcou a segunda maior audiência nas estréias do canal. Mas vamos ao que interessa.

Com um primeiro episódio cheio de arcos, Nikita chegou ao quinto com um momento nostalgia. Owen, uma espécie Ceifeiro da Division (desculpa, mas nessa hora me questionei se os roteiristas de Supernatural estavam fazendo trabalhos extras) passa pela mesma situação que nossa protagonista, se apaixona por uma civil. O final é o mesmo, sua amada acaba morta por seus colegas de trabalho e Nikita o leva consigo à seu esconderijo secreto. Um arco interessante do episódio foi uma das caixas pretas descoberta, enterrada por Owen.
O sexto episódio, meu preferido até agora, tem como plot central Alex que aliás, Lyndsy Fonseca merece palmas pela atuação. Colocada em um teste, Alex é sequestrada por terroristas que a torturam para conseguir informações. Confesso que fiquei apreensiva, achando que ela entregaria o jogo, mas somos surpreendidos com sua reação ao atirar num homem. Esse episódio deixou claro que Percy está com a pulga atrás da orelha com seu braço direito Michael, que é mais esperto do que pensava.

Enfim, o sétimo episódio, que para mim foi o pior até agora. Não sei se foi porque não me simpatizei com a protagonista do plot, ou se alguém concorda comigo, mas achei um episódio monótono demais, salvando algumas partes. Entre elas, destaco um ponto que me pareceu interessante: o contraste entre Alex e Robbie. Enquanto Alex odeia a Division com todas as suas forças, Robbie vê na mesma uma chance de ser alguém na vida. Ambicioso, acaba sendo praticamente rebaixado à guarda, uma espécie de babá que fica vigiando os recrutas. O cara faz a louca e num momento de desespero mata outros guardas, acabando por mostrar seu potencial e recebendo uma promoção do chefe. Quanto ao fim de Sarah, achei meio fail. Uma coisa é Nikita ter fugido e continuar na encolha, sem expor a Division, ela tem toda uma história, anos de "convivência". Agora, uma recruta conseguir sair sã e salva, mesmo que com a ajuda de Niki, me parece bobo demais.

Hoje teremos um novo capítulo e a promo me deixou um pouco curiosa para vê-lo. A série segue por um bom caminho e aos que reclamam do clichê e de outras coisitas mais, peço que levem em consideração dois pontos:

1 - Numa sére de espiões e perseguições, não existem muitas maneiras de fugir do "padrão", alguém sempre tem que ter um problema emocional, querer vingança, e ter um inimigo.
2 - É feita pela CW, por favor.

30 de out. de 2010

Conheça a nova série de heróis da ABC: No Ordinary Family

[ Esse texto é um resumo dos 5 primeiros episódios da 1ª temporada ]


Várias formatos e temas têm consagrado diversas séries nos últimos anos. Um exemplo clássico é "Lost" que, até hoje, não conseguiu achar, digamos assim, um substituto à altura. Várias séries têm tentado, mas até agora nenhuma teve sucesso.
Outras que merecem destaque são as duas primeiras temporadas de "Heroes" e a ganhadora do EMMY "Modern Family".
Como "Lost" acabou, a ABC precisava de uma nova estrela para tentar substituí-la, e a jogada desse ano foi No Ordinary Family: uma mistura das duas últimas séries citadas ("Heroes" e "Modern Family").
O resultado, que muitos esperavam ser catastrófico (eu me incluo neste grupo), não deixou nem um pouco a desejar.
A criação de Greg Berlanti e Jon Harmon Feldman é mais centrada no drama familiar do que nos super poderes que os protagonistas adquiriram, e isso faz o diferencial da série.
Na trama, os Powell, com a intenção de aproximar mais a família, saem de férias para Belém do Pará (isso mesmo, você leu certo!) e durante a viagem eles sofrem um acidente num monomotor, caindo dentro de um rio. A única vítima fatal é o piloto que era também a única pessoa no aeroplano que não pertencia à família.
Num primeiro momento suas vidas não tem grandes mudanças, até a descoberta dos poderes: o pai, Jim, tem uma super-força e é capaz de dar saltos surpreendentes, a mãe, Stephanie, adquire a super-velocidade, a filha, Daphne, consegue ler pensamentos e o filho, J.J., um super-cérebro.
A descoberta desses novos poderes,obviamente, irá causar grande impacto na vida dos quatro. Seja ao fazer Jim agir como um policial de verdade, um herói das ruas, como sempre desejou, e não apenas a pessoa que faz o retrato falado, ou seja tornando o disfuncional J.J. um dos garotos mais populares da escola.
Só que, como disse anteriormente, os poderes servem apenas como pano de fundo para apresentação dos conflitos familiares e morais ao longo de cada episódio. Como agimos quando temos o, literalmente, poder de mudar certas coisas.
Vemos um vigilante que não mede esforços para trazer a justiça, mas nem sempre essa justiça é o melhor caminho.
Vemos uma pesquisadora que ao tentar chegar, literalmente, à raiz do que aconteceu à sua família pode estar colocando-a em risco, sem nem ao menos se dar conta do perigo.
Vemos uma adolescente tentando não entrar na mente dos mais próximos sem confundir a sua cabeça já confusa, típica da idade, e colocá-la em situações embaraçosas e constrangedoras.
Vemos um garoto que antes se encontrava numa condição de deficiência escolar, e agora torna-se um gênio, alegando para os pais que foi o único da família que não ganhou poderes, mas que o acidente fez com que ele mudasse, que ele se esforçasse. Para o menino, essa era a única maneira dos pais se orgulharem dele.
Os super-poderes servem para maximizar as situações do cotidiano, tornando o extraordinário nada mais do que ordinário.
É claro que a série não pode deixar de lado os efeitos especiais, frases de efeito e momentos engraçados que, conjuntamente com os atores, que desempenham seus papéis com bastante eficiência, tornam "No Ordinary Family" mais do que um simples programa de entreterimento.
Aos poucos, também, estão sendo introduzidos mais super-poderosos, inclusive os vilões, que não mostraram extamante ao que vieram, mas pode ter-se uma vaga noção após o episódio 05, "No Ordinary Earthquake", onde um dos protagonistas tem uma rápida conversa com um desses misteriosos que também possuem super-poderes.
Agora que foi garantida a primeira temporada completa, espero que o seriado mantenha o ritmo e caia no gosto do povo americano, pois caso contrário, teremos mais uma história mal contada.

Nota: 8,5




19 de out. de 2010

Smallville 10x04 Homecoming

Estou sem palavras para descrever a grandeza que este episódio que conseguiu de todas as formas animar e ao mesmo tempo amadurecer a trama dessa série que a 10 anos de existência poucos episódios conseguiram tal feito.

O episódio - 200 - de toda a série fez jus a ansiedade que todos nós fãs esperávamos, pela minha parte não houve se quer decepção. A volta do Brainiac, ou Brainiac 5 foi crucial para o futuro da série, ele estava lá para levar nosso herói ao caminho certo e sua pequena participação já rendeu até a cena maravilhosa da dança no ar e até Clark finalmente pronto para o que está por vir.
Clark e Brainiac 5 mostrando que é membro da legião no futuro.

Isso poderia ter acontecido muito antes na série, mas estou feliz que aconteceu por agora na Final Season para deixar ainda mais instigante. Tenho pena de quem já perdeu as esperanças na série, ao longo dos 10 anos muitas pessoas já desistiram e espero que elas voltem a ver, por que vale muito a pena.
Mas voltando ao episódio cheio de nostalgia por sinal, com direitos até a flashbacks das temporadas passadas. Senti pena da Lois mas ela soube levar tudo na esportiva e a Lana, até que eu queria uma participaçãozinha dela nesse episódio apesar de achar a pior personagem da série nos últimos anos.
Lois e Clark em momento romântico.

A trama envolta de Oliver foi até aceitável, eu não gosto dele então, prefiro não comentar. E o que foi aqueles seguidores da Chloe cuidando do "Torch", gostei deles, espero vê-los mais na série que promete ficar melhor. E a mensagem da Chloe no final só consegui pensar "suspeitei dês de o principio". Outra parte nostalgica e surtante desse emocionante episódio foi a cena do baile tocando Lifehouse, me fez lembrar dos velhos tempos e da canção You And Me, tema oficial do casal "Clana".
A parte mais épica do episódio pode se dizer que foi o encontro entre Clark "eu sou culpado de tudo" e do Clark "eu sei que você viria", e até que os efeitos ajudaram um pouco, mas ainda acho que a CW deveria investir mais em efeitos especiais da série, sempre acho tão mal feito. Sem falar do voo romântico com direito a flutuar.

Nota do Episódio: 9,0

9 de out. de 2010

Smallville 10x02 e 10x03!

O que dizer de dois fantásticos episódios de Smallville? Simplesmente que por enquanto eles "acertaram". Como já disse anteriormente, falar dessa série é difícil e complicado, por vários motivos, mas indo ao que interessa Smallville está assumindo sua maturidade e nos mostrando o que queríamos ver a muito tempo, a criação do nosso herói. Falando no segundo episódio da "Final Season", podemos ver novos personagens inseridos na série que estão lá por que fazem parte do universo real do superman, e nesse ponto podemos ver a preocupação dos produtores quanto aos personagens da DC Comics, como o Gordon Godfrey, famoso no universo do superman, por ter ódio dos nossos heróis e ter um segredo revelado já no episódio terceiro. Um dos pontos cómicos da série é a presença da Hellokittyana Cat Grant, que estava lá mostrando seu ódio contra os "vigilantes", e foi até um arco interessante sua parceria com o Clark.

Enquanto nosso herói tinha que aturar a personificação da Hello Kitty, a nossa musa Lois estava lá passeando entre as areias do deserto e tendo conversinhas pra lá de "históricas" com Carter Hall, enviado por Clark. Sem falar no Esquadrão Suicida outro arco da série da Dc Comics do superman, aonde fazem parte desse esquadrão a plastique, que foi apresentada na série na oitava temporada. Em tudo o episódio está mostrando um certo comprometimento com os fãs que não víamos nas temporadas passadas, sem falar no clima de expectativa que a série está fazendo, com as novas tramas e vilões que prometem.
Nota do Episódio: 8,0

E agora o ultimo episódio que foi apresentado, o episódio mais concreto e bem construído da temporada até o momento, aonde temos citações de preparação e a apresentação do grande vilão da série. E o ponto positivo do episódio, a presença da minha ilustre El preferida, a Kara. Um arco legal, mostrar ela que tem consciência de seus poderes e ajudar o Clark com os seus, isso é o que a série precisa, experiência para acelerar o processo de finalização do herói que conhecemos.
A cena da tentativa de voo ficou otima, a falta de confiança de Clark, o medo de errar, coisas que não é necessário ser um superman para sabe-las, não podemos esquecer que apesar de seus poderes ele também tem um lado humano e está sendo bem apresentado a série.

Além de Kara, Lois também volta do "passeio" pelas areias e vem como peça fundamental para nos ensinar mais uma lição preciosa se me permite dizer, a presença dela foi algo mais de devoção assim como nosso amigo Godfrey veio nos ensinar ou melhor nos mostrar. Esse episódio me fez lembrar de V, aonde eles mostram como a devoção e a duvida são uma das maiores fraquezas da humanidade, e como esses sentimentos podem ser usados para manipulação e corrompimento de todo ser humano.

Uma vez que a ideia ganha força no cérebro,
é quase impossível erradicá-la.
Uma ideia que se forma totalmente é
tão compreendida, que permanece para sempre.

No meu sonho jogam
segundo as minhas regras.

Bem, deixe-me plantar uma ideia na sua mente.
Eu digo, não pense em elefantes.
No que pensa?
Em elefantes.

Eles vêm aqui para acordar.
porque o sonho tornou-se realidade para eles.

As emoções positivas
têm mais poder.
(Frase do filme - A Origem)

Ou seja, a ideia ou duvida é algo manipulável e foi um grande trunfo para smallville ter um vilão que conseguiu mostrar isso e espero ver mais disso na série seria algo interessante de se mostrar na série. Então até a próxima review.

P.S. Algumas coisas eu escolhi não comentar para não mostrar muitos spoilers da série caso você não assistiu os episódios.
P.S². adorei a fumaçinha, me lembrou de lost, e os olhos pretos me fez lembrar de Maya de Heroes.
Nota do episódio: 8,5

3 de out. de 2010

Fringe 3x02 - The Box


O segundo episódio dessa temporada começa com a dinâmica dos já tradicionais “casos Fringe” da semana. Somos apresentados a uma família inteira sendo feita de refém em sua própria casa, enquanto dois homens escavam o porão a procura de um objeto valioso, uma caixa, que ao ser aberta leva todos os presentes a morte, exceto um dos criminosos que de alguma forma não é afetado por isso. Detalhe importante, a abertura de hoje aparece nos tons tradicionais, o que significa que estamos em “nosso universo”.

Em seguida vemos a “Dark Olivia” ou “AlternateOlivia” (como preferirem) reunida em algum esconderijo com Newton onde ele fornece a ela fontes importantes para continuar com seu disfarce, um documento com a trajetória de Olivia na divisão Fringe, um livro sobre a cultura Pop daquele universo (legal o comentário sobre o Bom-o), e por fim, se utilizando de uma espécie de Laser do outro universo, Newton consegue apagar a tatuagem que seria a última prova de que aquela não era a verdadeira Olivia.

O episódio prossegue na já falada dinâmica dos “casos Fringe” com a “Dark Olivia” tendo que manter seu disfarce enquanto coloca em prática sua missão (cujos detalhes ainda não foram bem explicados). Neste universo, William Bell é um cientista renomado dono da Massive Dinamics e como não poderia deixar de ser, a leitura de seu testamento precisa ser realizada. E esse promete ser muito importante para o resto da temporada, pois descobrimos que William Bell deixa a empresa para o Dr. Bishop, as implicações que podem surgir a partir dessa escolhida devem ser interessantes.

Ao longo do episódio descobrimos que a tal caixa do título é uma parte faltante da chamada “Doom Machine” que apenas Peter pode manipular, e forçar Peter a estudar essa máquina faz parte do plano do Walternativo e da “Dark Olivia”, a motivação nós sabemos: destruir o universo, os detalhes desse plano ainda devemos descobrir.

Por fim, acredito que esse foi mais um bom episódio, no que talvez seja a melhor fórmula da série, aliar de forma intrincada os elementos de sua mitologia ao caso da semana. E para mim resta uma pergunta: O que será que “Paul Hewson” (o Bono Vox) faz da vida no outro universo???

Nota: 8.0

Nikita - 1x04 Rough Trade




Nikita com certeza tem sido uma das séries que tem me surpreendido; logo que termino de assistir um episódio já quero outro, cumprindo assim seu papel de série de espionagem. Entretanto nesse ultimo episódio fiquei me perguntando se a série não estaria clichê demais, por vários momentos nesse episódio eu pensei estar vendo as três espias demais ou as Panteras  detonando, e até mesmo Alias.


Por já ter visto La Femme Nikita, as vezes sinto muito a falta do antigo Michael (Roy Dupuis) que eu descreveria como um homem desprovido de emoções, eficiente e frio; porém o atual Michael (Shane West) me parece cheio de emoções, eficiente e apaixonado descaradamente por Nikita. Isso ficou bem claro nas lembranças de Michael do episódio 1x04 que nos mostra Nikita e Michael tendo uma briga, quando ela ainda era apenas uma recruta. 

Bom, agora o objetivo de Nikita é concertar as missões antigas das quais participou. Atenção e muitos aplausos para a atuação de  Lyndsy Fonseca que me deixou arrepiada quando Alex é presa em uma camisa de força por Amanda. A cena foi perfeita  mas Amanda não acreditou muito em Alex, o que com certeza deixou os fãs apreensivos para o próximo episódio. 



Nota do episódio: 8,0
Fique abaixo com a promo do próximo episódio.






2 de out. de 2010

Conheça: Boardwalk Empire, a nova aposta da HBO


Após alguns vexames de críticas relacionados à HBO, chega em outubro, no Brasil, a série Boardwalk Empire, série original criada por Terence Winter (Os Sopranos) e dirigida por Martin Scorsese (que se alocou também ao cargo de produtor executivo), tentando fazer com que as pessoas esqueçam, ou simplesmente perdoem as séries anteriores da emissora, que há muito não produzia uma grande alavanca comercial, no que se diz respeito a seriados.

Boardwalk Empire apresenta o retrato de Atlantic City, na década de 20, onde as máfias política e empresarial eram as únicas mandantes na cidade, menosprezando até mesmo as autoridades federais. O enredo gira em torno de Enock ‘Nuck’ Thompson (Steve Buscemi), Tesoureiro de Atlantic City que, às vésperas da implantação da Lei Seca nos EUA, entra no negócio de tráfico de bebidas alcoólicas.
Ele mantém a imagem de ‘politicamente correto’ para a sociedade, mas é envolvido em diversas ilegalidades: fraude, lavagem de dinheiro e ligação com prostíbulos locais são apenas algumas. Seu motorista, James ‘Jimmy’ Darmody (Michael Pitt), é um ex-combatente americano, escalado em serviço para executar alemães (incumbência que o próprio se orgulha em dizer a todo o tempo), e não se contenta com o cargo de motorista particular, que lhe é dado por Nuck. Ele se auto-intitula assassino, e diz que é isso que faz de melhor, pedindo então, a todo o momento um cargo à sua altura.

Em paralelo com a máfia, é contado o drama de uma mulher, Margaret Schroede (Kelly MacDonald), que, no âmbito de sua juventude, tem dois filhos e está grávida, e tem um marido violento, viciado em bebida e jogatina.

No decorrer da séria, já no primeiro episódio, o panorama muda completamente, fazendo uma analogia entre máfia – afeição – violência, o que a deixa cada vez mais intrigante e eloqüente, te prendendo a assistir cada capítulo, prestando o máximo de atenção possível, pois a HBO não economizou no cenário, bastante fiel à época, tanto que assistindo a série, de vez em quando você se surpreenderá olhando para o cenário, ao invés dos personagens centrais.






Os espectadores de Boardwalk Empire contemplarão um elenco de primeira, com Steve Buscemi – um dos melhores atores vivos, na minha opinião - (Armagedon, Cães de aluguel, Tempo de violência), Michael Pitt (Os Sonhadores, A vila) e Dabney Coleman (Como eliminar seu chefe, Num lago dourado), além de uma sonorização que toca músicas jazz de animar, e cassinos alucinantes. Quem se identificou com ‘O Podereoso chefão’, com certeza terá uma ótima aceitação de Boardwalk Empire.
Série de grande produção, que tende em colocar a moral da HBO lá no alto novamente, e devolver-lhe o orgulho da frase: "It's not TV, it's HBO".









A estréia de Boardwalk Empire será dia 17 de outubro, na HBO. Até lá, fique roendo as unhas de ansiedade. E como a galera do Loukos por Seriados não é assim tão egoísta, deixamos o trailer pra matar um pouco a curiosidade:

The Big Bang Theory e o Sexo!

Não poderiamos deixar de falar neste blog sobre uma das melhores séries de comédias dos ultimos tempos, The Big Bang Theory. Agora apresentado as quintas feiras, considerado um dos dias mais concorridos de toda semana, a série mostrou que tem ávidos fãs e mesmo mudando de dia a audiência - e não é pouca - ainda continua.

Com dois episódios apresentados, eu não poderia deixar de falar o quanto eu fiquei "inquieto" com algumas peculiaridades que fora nos apresentado. É apenas impressão minha ou eles introduziram - literalmente - o sexo em todo o primeiro episódio da 4ª temporada, quando não era o Sheldon - sim estamos falando dele mesmo - fazendo as contas de quantos homens a Penny já copulou, tinhamos nerds realizando seus "sonhos mais profundos" com robôs criados pelos mesmos. Vemos também o primeiro encontro do nosso "Bazinga" com sua alma gêmea, pelo menos em coisas em comum, e piadas e mais piadinhas sobre o que senhoras e senhores, sexo. Não que isso seja algo ruim, mas sabemos que a série consegue ser mais engraçada quando envolve em si os temas nerds e as confusões que adoramos assistir. Então um otimo Bazinga para vocês e continuem vendo TBBT.

Our whole universe was in a hot dense state, Then nearly fourteen billion years ago expansion started. Wait...

30 de set. de 2010

The Event 1x02 - Para nos manter seguros . . .

[ Cuidado com os SPOILERS ]



A pergunta que não quer calar é, The Event é a nova Lost ou a nova Flash Forward? Até então não temos respota. Mas uma coisa pode ter certeza, esse segundo episódio foi melhor e as chances do próximo seguir esse gráfico é maior ainda agora.

No piloto, a série mostrou 97 pessoas que cairam de um avião no ano de 1944 e ficaram presas pelo governo porque não revelavam da onde haviam vindo. Pois sem perder tempo, The Event tratou de revelar quam são essas pessoas. Extra-terrestres! (chupa essa manga.)

Sim, meus caros leitores. Na série os ET's se parecem como nós e seu dna é muito similar ao nosso. Além desses prisioneiros, existem outros infiltrados na terra e vivendo entre nós. Me lembrei de V nesse momento.


Outra série que The Event me lembra muito é Lost. Acho que se continuar assim, a série vai mostrar mais flashbacks do que todas as temporadas de Lost. Parece que é uma característa de The Event. Em um determinado momento eles param o assunto e voltam no tempo contando como tudo aconteceu. Eu não reclamo muito disso, pois adoro flashbacks. Só não espero que se tornem cansativos.

Mas enfim, The Event fez a escolha certa. Mostrou mais perguntas cheias de mistérios e vários pontos de interrogação mas também revelou vários outros pontos de interrogação e ainda conseguiu mostrar uma adrenalina ainda maior do que o piloto. E acho q esse é o caminho. Não deixar acumular perguntas.

Foram 40 minutos que pareceram muito menos. O importante foi que The Event mostrou que é capaz de se fazer uma serie de misterio sem esconder tudo dos telespectadores.

Nota: 7,5

29 de set. de 2010

Britney/Brittany 2x01 - Glee


 Kurt quis fazer um número da Britney Spears, porém Will não deixou por estar muito nervoso com o novo relacionamento de Emma com o dentista Carl, que acabou por examinar a boca de cada um dos integrantes do coral Glee. Enquanto isso Kurt ainda tentava fazer um número de Britney, e os integrantes do club iam ao dentista e tinham fantasias com a propria Britney. Brittany foi a primeira e depois levou Santana consigo, logo depois foi a vez de Rachel que estava perturbada com complicações de seu namoro com Finn. Artie é o proximo e canta Stronger muito bem, com a companhia de Finn e Puck, mas ainda continua pra baixo por Tina ter te trocadopor Mike.
Will tenta impressionar Emma e canta Toxic com as crianças, contra a vontade de Sue é claro.
Artie finalmente entra no time de futebol e Finn volta para o time, mas ainda assim prova pra Rachel que a ama mesmo sendo um quarterback . Ela por sua vez dedica um solo, mais calmo, para ele no final do episodio.
E foi isso que você perdeu em Glee.

Faça o Download do episodio: http://migre.me/1r3xj


Bom, o episodio foi o mais dançante que eu já vi em todo o tempo que acompanho Glee, entrou com certeza para  a lista de meus episódios favoritos, que contem também, o episodio da Lady Gaga.


Enfim, os números surpreenderam demais,  o episodio atraiu 13,3 milhões de telespectadores. Dominando a noite de ontem, aumentando assim 4% da estreia da temporada na semana passada.
Brittany me surpreendeu demais cantando um solo pela primeira vez, I'm a Slave 4 You foi com certeza a música que eu mais admirei dessa vez, e não me canso de ouvi-la (veja o video abaixo).


A série continua com uma ótima estrutura e se continuar assim tem tudo para ter um temporada perfeita pela frente.

Nota do episodio : 9,0
Não dez pelo fato de não gostar de personagens que surgem sem nenhuma explicação na série, sem nenhum aviso previo, como aconteceu com Terri. Além do mais senti falta da presença marcante de Mercedes.


Fique abaixo com a promo do episodio 2x03


28 de set. de 2010

Dexter 5x01 - My Bad

“ Nascido no sangue, nós dois.
Pensei que pudesse mudar quem eu sou.
Manter minha família segura.
Mas não importa o que eu faço.
Isso é destino! ”

Algumas coisas na vida são realmente boas. A sua comida preferida, aquela noite inesquecível, um clássico de futebol. E você gosta tanto dessas coisas que você não espera que elas fiquem melhores, você simplesmente está satisfeito com a forma que elas são.

Dexter é uma dessas coisas. Acompanhei suas temporadas e posso dizer que até o momento estava bem satisfeito com o que tinha visto. Eu vi a série evoluir ao longo dos episódios, vi o personagem título evoluindo, perdendo alguns medos, mudando o seu código, se adaptando ao seu código e posso dizer que a cada final de temporada eu repetia “dessa vez acabou, eles não tem mais pra onde ir” – E na temporada seguinte eu sempre me enganava...
Dexter, o personagem, no inicio da série era um cara que sequer conseguia manter relações sexuais com sua namorada – Ele tinha medo de que dessa forma, pudessem descobrir o monstro que ele realmente era. Ele não amava a sua namorada, era indiferente quanto aos seus amigos e simplesmente atuava no intuito de manter o seu disfarce frente à sociedade. Nessa última temporada nós vimos um Dexter muito diferente dos primeiros episódios da série. Nós vimos um pai de família dedicado, dividido entre seus dois trabalhos (perito policial e assassino em série), um marido traído (que realmente sentiu raiva disso) e por fim, uma pessoa disposta a mudar e quem sabe deixar para trás um passado de sangue e morte.

“I´m a serial killer that´s what I am”

Mas como disse antes, Dexter é uma série que evolui bastante, e depois de um personagem tão complexo e tão bem interpretado quanto o “Trinity killer”, nos deparamos com um final de temporada realmente inesperado. Isto é, aquela que ajudou a dar um pouco de humanidade ao Dexter está morta, Dexter é o maior suspeito do único crime que ele jamais cometeria na série, assassinar a mulher que ele ama (sim! ele amava a Rita), uma vingança que ironicamente ele nunca vai ter o gosto de saborear por já ter eliminado o assassino de sua mulher. Tudo isso pra que nos minutos finais do episódio a gente possa ver a primeira demonstração de humanidade de Dexter frente aos outros personagens da série, a primeira vez em que ele não está atuando frente aos seus amigos e a sociedade, um novo passo na evolução desse personagem, algo que pode vir a revelar sua verdadeira essência frente aos outros, mas que pra nós é só mais um motivo pra assistir essa série e ver aonde ela pode chegar.

Nota: 9.0

26 de set. de 2010

A volta de Glee


2x01 Sinopse: Depois de perder as regionais, o clube está de volta. Quando a escola enfrenta mais cortes no orçamento, o Sr. Shuester estimula os garotos a recrutar novos membros para o clube. Rachel e Finn descordam dos novatos, e não têm certeza se eles serão capazes de estar em perfeita harmonia com o grupo.


A ansiedade estava enorme e a volta foi triunfante. Ao modo de ver, foi como se eu tivesse acabado de assistir ultimo episodio da primeira temporada e já comecei ver o da segunda.
O primeiro episodio voltou com o mesmo clima da primeira temporada, muita música, alegria, e dessa vez, personagens novos. Como a nova treinadora do time de futebol, Shannon Beiste; A vocal Sunshine que fez uma aparição linda cantando Telephone, da Lady Gaga, com a Rachel (veja o vídeo abaixo) e o Sam que é do time de futebol, o que pra mim lembrou apenas o Finn na primeira temporada. Sam será agora o mais cotado para entrar no club Glee, já que tem uma voz que surpreendeu bastante.




Em suma o episodio foi perfeito e surpreendente, o que me deixou claro com vontade de ver o proximo já que este contará com uma participação da Britney Spear *-*
Veja a promo a baixo e fique na ansiedade como nós do Loukos por Seriados.




Conheça algumas estréias da Fall Season...

Esse final de semana assisti três estreias da Fall Season ( S#*! My Dad Says - No Ordinary Family e My Generation ). E minha opinião sobre elas acabaram sendo um pouco divergentes.

Duas vou continuar assistindo ... a outra vai para escanteio. Confira agora, quem sai - quem fica !

No Ordinary Family
Falo de boca cheia, essa série para mim é a melhor estreia da Fall Season até agora.

Sempre gostei de filmes sobre super-heróis, agora imagina uma série sobre isso ou melhor imagine uma versão live action do filme Os Incríveis.


Imaginou ?

NOF é isso. Entreterimento puro que ainda conta com pequenos dramas e toques de comédia ...

Pra você que gosta desse gênero não perca essa ... Vai entrar para sua lista de séries, assim como entrou na minha ...

PS - É só manter o nível do piloto que está tudo certo !

PS2- Efeitos especiais bem feitos - mesmo para uma produção de TV.

PS3 - A série estreia oficialmente nos EUA, apenas terça - feira dia 28 - o que acontece é que vazou o piloto na Internet - por isso...

No Ordinary Family - Sinal verde

My Generation
Não sei se é porque eu sai do colégio ano passado, mas para mim essa série tem sem dúvida uma das propostas mais interessantes ...
Como vamos estar daqui a 10 anos ?


Ela mostra muito bem, a questão de que você pode ter planos, mas as coisas acabam mudando e muitas vezes nada sai como o esperado. Gostei muito do piloto, porém ....

Tenho apenas um reclamação para a série - os episódios podiam ser menores, tipo uns 20 minutos ou 30 não sei ... Porque, apesar da série ter uma proposta bem bacana estilo documentário, pode acabar cansando ao longo da temporada.

PS - Isso se chegar ao final da temporada né ... MG teve uma audiência digamos ruim para sua estreia - se bem que estreou no dia mais concorrido da semana - quinta - feira.
Audiência - 5,22 milhões e 1.6 adultos 18-49.

PS2 - Kenneth já é meu personagem favorito sem dúvida ....

Vou dar chance para mais episódios e espero que não me canse ou me arrependa ...

My generation - Sinal amarelo 


S#* ! My Dad Says
CBS é um canal muito conhecido por suas famosas comédias, que atraem milhões de espectadores. E assim quando anunciam suas novas produções é normal que alguns tenham
ficado ansiosos por suas estreias.

SMDS veio de uma proposta inovadora - uma série que é baseada em uma conta de twitter.

Confesso que nunca cheguei a ver sequer um comentário dessa conta, e sinceramente depois de ter visto o piloto ... meu interesse continua nulo.

Pra mim, o episódio começa ruim - muito ruim mesmo .... mas quando chega mais ou menos na segunda parte ( isso depois dos 10 minutos ) melhora um pouco - consideravelmente até. O que antes eram apenas sorrisos na minha cara, viraram algumas risadas ...

Ao final, fiquei com a sensação de que SMDS não é de todo mal - é uma série de comédia bacaninha. Mas em época de grande concorrência e volta de grandes séries, essa vai para escanteio - pelo menos por enquanto.

PS - Para um sitcom de comédia, acho que esse é o primeiro que teve mais toques digamos de drama - claro não muito - na relação conturbada de pai e filho.

S#*! Shit My Dad Says - Sinal vermelho 


Estreou quinta - feira ( dia 23 ) depois de The Big Bang Theory 
Audiência -12,48 milhões e 3.9 adultos 18-49 .

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