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28 de out. de 2009

Valeram as boas intenções

Finalmente o tom encontrado pelos roteiristas de Three Rivers parece ser o mais adequado e interessante, para diferenciar a série de tantas outras com mesmo cenário. De fato, se nos primeiros episódios TR não decepciona, também cativa pouquíssimo. Em Good Intentions, finalmente é obtido um bom resultado entre boas (ou menos piores que os dois primeiros episódios) atuações e textos, curtos, estes, formam uma peculiaridade da série.

Existem umas curiosidades que são interessantes e que, podem ser confundidas com desleixo. Por exemplo, as histórias contadas durante os episódios parecem deixar lacunas em aberto, dando um certo realismo ás histórias. O outro fato curioso é que, realmente os roteiros estão concentrados nos dramas vividos pelas personagens que não são protagonistas, ou seja, as vítimas - fatais ou não - que chegam ao hospital é que contam parte de suas vidas em suas macas hospitalares.

Não é possível garantir a sobrevida de Three Rivers, mas de certa forma seria lamentável, pois a estrutura criada pela CBS é uma das melhores produzidas na TV, embora sua fotografia nem sempre seja agradável. Mesmo assim, com boas intenções, muito há que se melhorar principalmente na superficialidade dos protagonistas. Esta tem sido a principal característica do drama: a frieza de seus personagens centrais, não em relação aos seus perfis de atuação, mas nas interpretações em cena.

Vamos aguardar...

20 de out. de 2009

É Preciso Mais - Three Rivers 1.02 ( Ryan's First Day)

É preciso mais para que eu me emocione em frente á TV com Three Rivers. E não é má vontade, eu juro. É preciso mais que infra-estrutura, um misto de ironia com comédia em algumas cenas ou mesmo, dramas que já acontecem na vida real... Para mim, o caminho da série da CBS é longo. Ainda não li nada á respeito, mas se a série não for renovada, não haverá surpresa alguma.

O Dr. Yablonski, me parece ter sido criado, para ser o lado "bom" de House, se é que você me entende. Um médico brilhante, fantástico, genial, mas... bonzinho. Ao contrário da personagem de Hugh Laurie, que é tudo do parágrafo acima, mas é politicamente incorreto.

O grande de problema de TR não se resume á coverização tão presente na TV americana atualmente. Vai além dos enfermeiros e médicos, além dos clichês, inclui a falta de sentimento original, capaz de fazer você ficar preso em frente ao monitor e querer mais. Definitivamente isso não acontece.

O elenco tem alguma força, mas o texto, curto, rasteiro, veloz, não ajuda... Alguns climas criados neste episódio foram vexatórios, tal qual a cena em que a equipe tem apenas 10 minutos para chegar ao hospital com a missão de levar pulmões para transplante e o trânsito está aflitivo por conta de uma ameaça de bomba... A solução encontrada para resolução do problema foi tão simples, que quebrou todo a expectativa criada.

A Dra. Miranda Foster, com um jeito Jorja Fox (CSI)de ser (se é que você me entende), não convence, sendo a filha que não teve um relacionamento bacana com o Sr. Foster, criador do Three Rivers Hospital...

Então, sim, é preciso mais. Ou amadurece logo na primeira temporada ou não haverá tempo para uma segunda.

13 de out. de 2009

Three Rivers - Além do Rio...

O que esperar de mais uma série na qual o ambiente é hospitalar, com médicos simpáticos, doutoras belas e portentosas, gente nova e talentosa e alguns enlaces e dramas? Sinceramente, não sei.

A Tv americana, nas séries dramáticas, pode se dividir em três partes: as que falam do mundo dos advogados e/ou homens do direito; as que falam do mundo das investigações e perícias e, uma enorme parcela, das que se referem aos hospitais e seus médicos loucos e insanos. Desde Scrubs até House, da falecida ER até Greys Anatomy, nunca os ambulatórios passaram a ser lugares de glamour e amor.

O Dr. Andy Yablonski é quem lidera a equipe de cirurgiões na Pensilvânia, acompanhado por Dr. David Lee (Daniel Henney) e pela Dra. Miranda Foster (Katherine Moennig). O episódio piloto tem alguma doçura, mas confesso, que a "falta de novidade" roteirística desmotiva, em um primeiro momento, o telespectador. Sem contar que, além de um lugar de esperança, hospitais são lugares de morte...

A infra-estrutura e a tecnologia são os diferencias deste belo hospital (Three Rivers) e ainda, será preciso nadar mais neste rio para perceber sua profundidade e até onde uma série tão similar pode alcançar alguma autenticidade em meio a tantas outras histórias.

Depois do segundo, darei uma mergulhada. Por enquanto, só coloco os pés, para saber se a água está gelada... :)

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