26 de set de 2010

Fringe 3x01 - Olívia


Fringe é uma série que começou um pouco irregular em seu primeiro ano, eram muitos mistérios isolados resolvidos em um mesmo episódio e uma protagonista morna de inicio que quase me fizeram desistir de acompanhar a série.
Bom, felizmente continuei assistindo, e aos poucos foi sendo introduzida a mitologia da série culminando no impressionante gancho no final da primeira temporada.
Fica bastante claro, e acredito que os “manda chuvas” da série perceberam isso, que Fringe fica muito mais legal quando foca em sua mitologia em detrimento dos mistérios isolados, que apesar de interessantes, são bem menos instigantes.


A 3ª temporada, como não poderia deixar de ser, começa dando seguimento a essa tendência e então acompanhamos os experimentos conduzidos pelo Walternativo no intuito de forçar a agente Olivia a acreditar ser daquele universo, induzindo-a (seja lá de que modo) a assimilar as memórias da outra Olivia. O dever de casa foi feito direitinho e na medida em que o episódio foi se desencadeando a Olivia que nós conhecemos foi dando lugar a Olivia daquele universo, com direito a tatuagem nova, risada nova e trejeitos completamente diferentes.


Fica bem estabelecido para onde a série deve ir nesses próximos episódios, de um lado a “Dark Olivia” infiltrada em um universo, do outro a verdadeira Olivia sendo manipulada pelo Walternativo em seus planos de ganhar a guerra e destruir o outro universo.


Seguindo por esse caminho, acredito que podemos esperar uma boa temporada por nossa frente!

Um comentário:

Adelson (TD Séries) disse...

Olá, Gabriel!

Tive a mesma sensação que você quando comecei a assistir Fringe: os 10 primeiros episódios, em especial, foram difíceis de digerir. Passada essa má fase, o seriado conseguiu crescer em qualidade e hoje é um dos meus favoritos.

O episódio de estréia desta terceira temporada foi fantástico! Gostei muito da história passada quase que totalmente no universo alternativo. Também achei ótima a atuação de Anna Torv, enfrentando essa situação complicada de interpretar a mesma personagem duas vezes, cada uma com nuances próprias, mas tornando-se agora uma só. Que confusão!

Um abraço e parabéns pelo texto!

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